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Congresso vota ainda em fevereiro para conter os aumentos dos Combustíveis

“Se os combustíveis estão caro é culpa do Bolsonaro”

Assim alardeia a mentira dos oposicionistas aproveitando como sempre, a oportunidade de sujar a imagem do Presidente. Para agravar mais ainda a situação os governadores ameaçam descongelar as alíquotas dos ICMs, as expensas do povo. Principalmente os governadores petistas que ameaçam usar o STF para proibir mudanças nos preços dos combustíveis, porque perderiam a gorda arrecadação para os estados.

A imprensa irresponsável que deveria mostrar a verdade para o povo, faz vistas grossa, porque estão sendo pagos por grupos de esquerda (opositores) para atacar todos os dias o presidente.

A solução definitiva de saber quem seriam os responsáveis está no congresso nacional, que pretendem colocar os projetos do programa de estabilização de preços (PL 1.472/2021) e da cobrança do ICMS (PLP 11/2020) em votação no plenário do Senado ainda em fevereiro, Pacheco busca devolver para a Câmara a responsabilidade de aprovar soluções para a alta dos combustíveis com rapidez. A Câmara aprovou o PLP (projeto de lei complementar) 11/2020 em outubro.

Entenda a situação: A nova política de preços foi empantanada no ano de 2016 onde proíbe o governo federal de intervir no aumento dos preços de combustíveis. E, segundo esta nova política, a necessidade de ajustes nos valores dos combustíveis nas refinarias será tomada pelo Grupo Executivo de Mercados e Preços, formado pelo presidente da empresa, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.

Caso esta Lei da politica de preços seja aprovada pelo congresso, saberemos quem seria o responsável se o presidente não sancionar o projeto de Lei.

Bem para os opositores “lacradores” contra o presidente seria uma derrota, mas, dai eles poderiam inventar uma nova mentira.

Ainda bem que temos mais cidadãos conscientes que utilizam as redes sociais para discordar das mentiras da imprensa.

 

Texto Mário Silva, com informações do site Poder 360 (sem copiar)