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Atentado a Deusa da Justiça – Democracia ameaçada

Ao iniciar este artigo, não me baseio em jornais de esquerda(Marrons) ou de direita (tem poucos), onde a maioria critica o governo federal, pelo simples fato de perderem suas verbas de publicidades ou perderem suas mamatas, que logo após eleição de Bolsonaro cortou alguns privilégios e corrupções, que antes, as malas de dinheiro corriam por todo país em muitos escândalos e roubos descobertos pela Policia Federal.

Mas a abstinência por roubos foi aumentando, e a esquerda alucinou-se pela perda das mamatas começou a forte campanha de difamações contra o governo Bolsonaro.

Esta campanha se intensificou com o ato duvidoso do Ministro do Supremo Edson Fachin, que atreves de um ato monocrático, inocentou o Lula dos processos e condenações, e ainda de quebra através de uma votação do colegiado julgou o Juiz Sergio Moro de Parcial.

Veio a Pandemia, mais uma derrota para Bolsonaro, o STF determinou a estados e municípios o controle da Pandemia, sustentado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), Mas que o governo pudesse enviar verbas para auxiliar na pandemia sem controle de Licitações, foi ai que apareceram as denuncias de corrupção dos governos na compra de respiradores superfaturados. Crimes não foram apurados, porque o STF não deu permissão. Mais uma derrota para Bolsonaro.

O STF rotineiramente envia recados para ministros, dando prazos para se explicares das suas ações.

Resolveram criar uma CPI Instalada pelo Senado Federal em 27 de abril de 2021, após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), a CPI da COVID trabalha para apurar possíveis falhas e omissões na atuação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus. O repasse de recursos a estados e municípios também foi incluído na CPI e está na mira dos parlamentares. Esta ultima ação STF não permitiu que os governadores fossem investigados, apenas o governo Bolsonaro.

Durante uma sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid  o senador governista Marcos Rogério (DEM-RO) chamou a comissão de “circo” e disse que Omar Aziz (PSD-AM) era o “chefe”.

Faz lembrar aqueles ‘cirquinhos’ da infância, no domingo à tarde. Mas aqueles ‘cirquinhos’ tinham alma e contavam sua verdade. Às vezes tristes. Outras, de uma alegria fugaz. A CPI da Covid é um circo, no entanto, é representa uma afronta à inteligência das pessoas. É mesmo um circo, mas dos piores que possam existir, desde os protagonista até o desempenho de alguns personagens diante dos holofotes. É a glória. O exemplo desse picadeiro foi o “depoimento” do empresário Carlos Wizard  em que os ânimos se alteraram. É quase tudo ridículo num enredo que desafia o bom senso. O empresário Wizard chegou acompanhado de advogados, sentou-se no seu lugar e o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD), informou que o depoente não ia responder às perguntas por força de um habeas corpus do STF concedido pelo ministro Edson Fachin. É mais ou menos assim: o sujeito faz o juramento de só dizer a verdade, mas tem no bolso um habeas corpus que lhe dá o direito de mentir. Um espetáculo!

Não encontraram provas de corrupção no Governo Bolsonaro, mas a esquerda mente e tenta colocar na mente das pessoas, e culpar o governo pelas mortes na Pandemia, pelas vacinas, pelas mamatas que não estão recebendo…enfim culpam de tudo alucinadamente para descontar a prisão que o seu ídolo apoiador do comunismo de nove dedos sofreu.

Conclusão, violentaram a Deusa da Justiça e a nossa democracia está ameaçada a virar um cáos entre: a direta que defende a Pátria Deus e a Família e a esquerda que defende o comunismo e a libertinagem além da liberação das mamatas.

Democracia é meio de convivência, despertar do diálogo, da sensatez.

Sem o Poder Judiciário forte, o Poder Judiciário livre e o Poder Judiciário imparcial no sentido de não ter partes, não adotar atitudes parciais, não teremos uma democracia, que é o que o Brasil tem na Constituição.

Aplica-se para o caso emblemático a Lei de Segurança Nacional.

A Lei 7.170/83, mais conhecida como Lei de Segurança Nacional, foi promulgada pelo regime militar em 1983, com a justificativa de definir crimes contra a segurança nacional e a ordem política e social. Portanto, um texto legal criado num regime de exceção, com o objetivo maior de proteger a ditadura que se instalou no país. Porém, essa norma não foi revogada e ainda se encontra em pleno vigor. Analisando seu conteúdo à luz de um Estado democrático de Direito, constitui-se certamente um entulho autoritário que permanece até nossos dias, embora, ao que parece, vinha sendo um tanto esquecida.

É certo que a lei de segurança nacional é plena de enunciados vazios, abertos, que podem levar à sua não efetividade.

Mário Silva de Coité.